quinta-feira, 2 de maio de 2013

Cinema: Transe

No fim-de-semana fui ao cinema ver o novo filme do James McAvoy, Transe. Confesso que apenas vi o trailer uma vez e não estava por dentro do argumento mas adorei o filme. Foi um filme que me cativou desde o primeiro minuto pelo desenrolar do filme

Poster de «Transe »

Não acredito que vá ser um blockbluster porque não é um filme de efeitos especiais excessivos (aliás acho que nem tem efeitos especiais) e parece que ultimamente para se chegar ao topo no cinema é necessário fazer um filme de ficção cientifica  Ainda assim, é um bom filme de acção que me deixou, em muitas cenas, a suster a respiração e tudo por culpa tanto da cena em si, como pelos efeitos sonoros que foram bastante bons.


É um filme que me deixou a pensar na vulnerabilidade da nossa mente e, para mim, levantou questões  relacionadas com o livre-arbítrio. Relativamente aos actores adorei todos e não tenho nenhuma critica negativa a apontar, a Rosario Dawson fez um trabalho incrível e, por vezes, extremamente fria. O meu querido James McAvoy está a tornar-se cada vez melhor, o que eu achava ser impossível.


Contudo, devo admitir que em demasiadas alturas o filme fazia-me lembrar o Procurado. Claro que isso está relacionado com o facto de terem o mesmo protagonista e por ser um filme de acção mas não deixa de ser estranho.
É um filme que recomendo ver e daqueles filmes em que o final não se está à espera.



Sinopse: Simon, um leiloeiro de arte, junta-se a um grupo de criminosos para roubar uma obra de arte no valor de milhões de dólares, mas, depois de sofrer uma pancada na cabeça durante o assalto, ele acorda para descobrir que não tem nenhuma memória sobre onde escondeu a pintura. Quando as ameaças físicas e tortura não produzem respostas, o líder do grupo Franck contrata a hipnoterapeuta Elizabeth Lamb para explorar os recantos mais sombrios da mente de Simon. Conforme ela penetra no seu subconsciente , os riscos tornam-se muito mais elevados e as fronteiras entre realidade, desejo e sugestão hipnótica começam a diluir-se e desaparecem.


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